17/11 – Dia Mundial de combate ao câncer de próstata
17/11/2021

Texto adaptado por Aline Lage

 O câncer infantil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. Os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias (que afeta os glóbulos brancos), os do sistema nervoso central e linfomas (sistema linfático).

Também acometem crianças e adolescentes o neuroblastoma (tumor de células do sistema nervoso periférico, frequentemente de localização abdominal), tumor de Wilms (tipo de tumor renal), retinoblastoma (afeta a retina, fundo do olho), tumor germinativo (das células que vão dar origem aos ovários ou aos testículos), osteossarcoma (tumor ósseo) e sarcomas (tumores de partes moles).

Assim como em países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (8% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Estima-se que ocorrerão cerca de 12.600 casos novos de câncer em crianças e adolescentes no Brasil em 2017.

Nas últimas quatro décadas, o progresso no tratamento do câncer na infância e na adolescência foi extremamente significativo.

Hoje, em torno de 80% das crianças e adolescentes acometidos de câncer podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados. A maioria deles terá boa qualidade de vida após o tratamento adequado.

PORQUE A DATA FOI INSTITUÍDA?

– Para estimular ações educativas e preventivas relacionadas ao câncer infantil;
– Promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças com câncer;
– Apoiar as atividades organizadas e desenvolvidas pela sociedade civil em prol das crianças com câncer;
– Difundir os avanços técnico-científicos relacionados ao câncer infantil;
– Apoiar as crianças com câncer e seus familiares.

Data instituída pela Lei nº 11.650/2.008

CÂNCER INFANTIL E A FISIOTERAPIA ONCOLÓGICA

A literatura em oncologia pediátrica apresenta cada vez mais evidências no que tange a viabilidade de programas de exercícios fisioterápicos no cenário do câncer infantil.

Em crianças, o tratamento do câncer pode interferir:
– Na capacidade física e mental;
– Baixa no sistema imunológico;
– Função motora;
– Comprometimento neurocognitivo e neurossensorial;
– Diminuição da aptidão cardiorrespiratória;
– Perda da força muscular;
– Degeneração ocular;
– Perda auditiva;
– Neuropatia;
– Distúrbios metabólicos;
– Disfunção hepática e renal;
– Osteoporose;
– Retardo do crescimento ou atraso no desenvolvimento musculoesquelético durante o tratamento;
– Doença pulmonar crônica;
– Aumento da suscetibilidade à infecção, dentre outras interferências.

Embora o comprometimento cognitivo relacionado ao câncer seja um efeito colateral frequentemente observado no paciente oncológico, exercícios fisioterapêuticos são conhecidos por terem efeitos benéficos, no qual uma abordagem multifatorial se faz necessária.

Entretanto, a intensidade dos exercícios depende da idade, tipo de câncer e estágio, e tipo de tratamento e limitações causada pela própria doença ou complicações do tratamento. Por isso é imprescindível que um profissional especialista faça a avaliação caso a caso.

Os pacientes pediátricos com câncer que participam de treinamento muscular respiratório têm mostrado melhorias na aptidão cardiorrespiratória e na força muscular.

AGENDE SUA AVALIAÇÃO!

Aline Lage – Fisioterapeuta Especialista em Fisioterapia Oncológica

Local de atendimento: Núcleo Digestivo – Rua Cedro, nº 230, Bairro Horto, Ipatinga/MG. Telefone para agendamento: (31) 3668.6060.

DÚVIDAS?
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Fonte: INCA – Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva

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